Para a avaliar a depressão, pesquisadores costumam usar 2 tipos distintos de escalas: o primeiro tipo avalia diagnóstico dessa doença no tempo de vida ou no último ano (ex. CIDI ou DIS); o segundo tipo mede sintomas recentes de depressão (ex. CES-D). Sendo assim, os 2 tipos de escalas medem diferentes aspectos da depressão, o que pode modificar a associação entre depressão e consumo de álcool.


Com base na análise dos dados recolhidos durante o sono, dos 4.098 participantes (homens e mulheres) com idades entre 18 e 65 anos, os pesquisadores descobriram que mesmo o consumo de álcool considerado baixo (um copo, pelos padrões internacionais) é capaz de interferir no sono e afetar a recuperação fisiológica em 9,3%. Já o consumo moderado diminuiu a qualidade do sono em 24%, e o alto consumo de álcool em até 39,2%.
A presente pesquisa foi realizada com 424 pacientes com diagnóstico de depressão unipolar (ocorrência de um ou mais episódios depressivos de grau leve, moderado ou grave, sem episódios de mania) que foram comparados com 424 pessoas sem diagnóstico de depressão. Os dois grupos foram acompanhados por 10 anos com o objetivo de investigar a associação entre depressão e o uso de álcool para lidar com seus sintomas. Foram investigados, também, que outros fatores presentes na vida dos pacientes aumentavam o risco destes passarem a confiar no uso de álcool para lidar com seus sintomas depressivos.
Um estudo realizado pelo Centro Médico de Southwestern, na Universidade do Texas (EUA) (9), descobriu a prática de exercícios aeróbicos regulares pode reduzir os sintomas de depressão pela metade. De acordo De acordo com a pesquisa, o grupo que praticou exercícios aeróbicos cinco vezes por semana reduziu os sintomas em 47% após três meses de treinos. Já o grupo que se exercitava três vezes por semana melhorou seus sintomas em 30%.
Segundo Marcelo, quanto a tratar ou não deve-se sempre partir do pressuposto que mais da metade das mulheres que suspendem o tratamento contra depressão ao engravidar desenvolvem a doença com maior intensidade já no primeiro trimestre da gravidez. "O grande erro é negligenciar os sintomas e acreditar que, na ausência de melhora, tudo se resolverá com o passar da gravidez e puerpério", avisa. Pode haver atraso no desenvolvimento emocional, da linguagem e da cognição da criança, conforme o psiquiatra Henrique Bottura. Existe também o risco de a depressão na gestação comprometer a consolidação do vínculo materno-fetal determinante para a construção da identidade do indivíduo que nasce. "Ainda existem riscos para a mãe relacionados ao próprio quadro que podem envolver desde prejuízos no relacionamento conjugal chegando até ao suicídio", completa.

O psiquiatra e professor Amaury Cantilino reforça que, “independentemente de chegar num quadro depressivo, os sentimentos todos nós temos e o importante é que se coloque na cabeça dessas mulheres que estão gerando um filho que a partir de agora todos os seus sentimentos vão ser multiplicados por dois e tudo vai ter um impacto afetivo muito maior, e não é porque a pessoa quer, é porque a natureza fez assim”.


Sim. No momento, o álcool funciona como estimulante. Após algumas hora age como depressor do sistema nervoso, o que faz o alcoolista procurar novamente pela droga para tentar compensar o mau humor e angústia. O alcoolista tem dificuldade de enfrentamento das adversidades internas e externas, por isso, a busca pela bebida ocorre. O alcoolismo é uma doença que não tem cura. Tem tratamento com ansiolítico, estabilizador de humor, terapia individual e de grupo. Como terapia de grupo podemos evidenciar o trabalho do CEREA (Centro de Recuperação de Alcoólatras.
Há uma série de razões pelas quais beber muito álcool regularmente não é uma boa ideia. Isso pode gerar danos ao fígado, ao coração e ao cérebro e é ruim para a saúde em geral, por isso a recomendação de médicos britânicos é que não sejam consumidas mais do que 14 unidades de álcool por semana - o equivalente a quase dez latas de cerveja ou sete taças de vinho.
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“Cerca de 10% da população sofre deste tipo de depressão, que ainda é subdiagnosticada e pouco valorizada. No entanto, pode levar a uma depressão mais grave no pós-parto e ao estabelecimento de uma depressão crónica”, revela Ana Peixinho. O aconselhamento médico deve ser procurado se os sintomas da depressão se prolongarem no tempo e aumentarem de intensidade.
Se uma depressão não for tratada, existem riscos para o bebé. Uma mulher que esteja deprimida, na maioria das vezes, não tem a força necessária para cuidar de si e por consequência do seu bebé. Uma depressão não tratada pode levar a: má nutrição, ingestão de álcool, fumar, comportamento suicida – que podem levar a: parto prematuro, bebé com baixo nível de peso e problemas de desenvolvimento neurológico e mental do bebé. Os bebés que nascem de mulheres que estão a sofrer uma depressão são normalmente menos ativos, prestam menos atenção e são mais irritáveis do que os bebés que nascem de mães que não sofreram de depressão durante a gravidez. Por tudo isto e muito mais, é importantíssimo diagnosticar e tratar corretamente uma depressão na gravidez.
Os resultados desse estudo mostram claramente que a forma de se medir depressão e uso de álcool afeta a magnitude da relação de ambas variáveis. Os autores assinalam que o principal fator que vincula depressão com o uso de álcool é a ingestão de grandes quantidades dessa substância por ocasião, sendo sua relação maior em mulheres do que em homens. Entretanto, esta diferença de gênero foi observada somente quando a depressão foi identificada clinicamente como sendo do tipo “depressão maior”. Ademais, a quantidade consumida se deu como “quantidade por ocasião” e “heavy episodic drinking”.  
Já a depressão é um distúrbio emocional caracterizado por tristeza profunda e baixa autoestima, que pode ser desencadeada por diversos fatores. Nele há uma alteração química no cérebro do paciente, onde os neurotransmissores não são produzidos de maneira satisfatória. Entre eles estão a serotonina, noradrenalina e dopamina, que são substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células.

Ocorre quando uma pessoa sofre de depressão grave, além de alguma forma de psicose, como ter falsas crenças fixas perturbadoras (delírios), ouvir ou ver coisas que outras pessoas não conseguem ouvir ou ver (alucinações).  Trata-se de uma categoria atípica de depressão maior, onde as pessoas demonstram sintomas psicóticos e comportamento depressivo geral ao mesmo tempo. Os sintomas psicóticos normalmente têm um “tema” depressivo, como delírios de culpa, pobreza ou doença.
Já a depressão, acontece quando a pessoa se sente profundamente triste, desanimada e com baixa autoestima – o que pode ser por vários fatores. É importante entender que a tristeza não é  patológica e é normal ficarmos alguns dias mais “pra baixo”, principalmente quando existem situações que levem a isso, como fim de relacionamentos, perda de emprego ou a morte de alguém próximo.
Trabalhava em um belo projeto para o governo,(projeto de inclusão) eu e mais quatro colegas, em novembro/2018 fomos desligados do projeto por falta de verbas…….. Foi aí que desmoronei por dois motivos….. 1. o desemprego… 2. a descontinuidade dos tratamentos com as crianças, tentei fazer meu trabalho voluntário, mas não me deixaram, mesmo porque eu precisaria de uma sala e material que só lá tinha. conclusão nada pude fazer.
O psiquiatra e professor Amaury Cantilino reforça que, “independentemente de chegar num quadro depressivo, os sentimentos todos nós temos e o importante é que se coloque na cabeça dessas mulheres que estão gerando um filho que a partir de agora todos os seus sentimentos vão ser multiplicados por dois e tudo vai ter um impacto afetivo muito maior, e não é porque a pessoa quer, é porque a natureza fez assim”.
Vale acentuar que a depressão durante a gravidez não só provoca um grande sofrimento para a mulher, como também ao bebê que pode ter essa repercussão para o resto da vida, como diz o psiquiatra. “Já existem estudos mostrando que filhos de mães que tiveram depressão durante a gravidez, têm mais dificuldades afetivas e cognitivas durante toda a vida”.

Uma análise de diversas pesquisas sobre o tema, publicada em 2013 pela publicação científica Alcoholism, concluiu que "qualquer dose de álcool provoca uma redução no período de latência até pegar no sono (ou seja, acelera o início do sono), uma consolidação do sono na primeira metade da noite e um aumento da fragmentação do sono durante a segunda metade".
Depressão e uso de drogas estimulantes - por conta do efeito de euforia que proporciona, as drogas estimulantes, como a cocaína, não raro são utilizadas por pessoas com depressão. Mas, na verdade, é comum que esse tipo de droga induza à depressão. Os sintomas costumam surgir no dia seguinte ao uso e nos períodos de abstinência. Além disso, o risco de dependência é alto.
Dean e seus colegas inscreveram 149 pares de mães e filhos para um estudo de neuroimagem. Os pares faziam parte de um estudo clínico em andamento que examinava a associação entre a experiência na primeira infância e o desenvolvimento do cérebro infantil. Como parte deste estudo, as mães completaram questionários de depressão e ansiedade nas semanas 28 e 35 da gravidez. Mais tarde, os investigadores realizaram exames de ressonância magnética de bebês dormindo com um mês de idade. Nem todas as crianças dormiram durante todo o exame, então a análise final incluiu 101 bebês (53 homens, 48 ​​mulheres).
“Tais associações podem estar ligadas a diferentes cursos temporais de desenvolvimento da substância branca, com a substância branca nas meninas se desenvolvendo mais cedo do que nos meninos”, escreveram Dean e seus colegas. “Estas descobertas não implicam que a substância branca no sexo masculino seja resiliente aos sintomas maternos pré-natais; em vez disso, elas sugerem a possibilidade de que tais alterações microestruturais nos machos possam ser detectadas em um momento diferente durante o desenvolvimento ”.
O estado de depressão pode ser herdado, ser provocado por violência emocional, física ou sexual. Cada depressão durante a gravidez é individual, mas, apesar disso, é passível de terapia. A disseminação do fenômeno negativo entre mulheres grávidas é explicada pela estreita conexão entre o sistema neuroendócrino e o contexto emocional, que é especialmente pronunciado sob a influência de alterações hormonais.
O transtorno do estresse pós-traumático (TEPT) pode ser definido como um distúrbio da ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais. Esse quadro ocorre devido à pessoa ter sido vítima ou testemunha de atos violentos ou de situações traumáticas que representaram ameaça à sua vida ou à vida de terceiros. Quando ele se recorda do fato, revive o episódio como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento vivido na primeira vez. Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais. Saiba tudo sobre o transtorno de estresse pós-traumático aqui.
Atualmente temos acumulado evidências de que somente tratar a depressão pós-parto pode não ser suficiente para proteger essas crianças das complicações a longo prazo. Algumas pesquisas sugerem que as terapias que tem como objetivo apenas a melhora dos sintomas de depressão dessas mulheres, não necessariamente melhoram suas habilidades para maternagem e as consequências para essas crianças.
A depressão, mesmo nos casos mais graves, pode ser tratada. Quanto mais cedo o tratamento começar, mais eficaz ele é. A depressão é geralmente tratada com medicamentos, psicoterapia ou uma combinação dos dois. Se esses tratamentos não reduzem os sintomas, a terapia eletroconvulsiva (ECT) e outras terapias de estimulação cerebral podem ser opções para explorar.

Nos tempos antigos acreditavam que estar grávida significava estar imune dos problemas psicológicos, mas infelizmente não é verdade. Pois nessa fase da vida a mulher esta ainda mais sensível, passando por milhões de transformações em seu corpo e seus níveis de hormônio parecendo mais uma montanha russa o que deixa a mulher mais exposta a ter esses tipos de transtornos.

Não deixe que as Mentiras que o Diabo tem soprado no seu ouvido, Definam quem você é, Oque define oque somos, é Oque Deus diz Sobre nos, Escolhidos Perdoados nos somos oque ele diz quem somos, vc é FILHA e o diabo pode fazer oque for mas nada tira esse rotulo que Deus colocou em você, vc tem Autoridade pra manda fora todo tipo de pensamento contrario, Você é amada e muito mais que isso, Perdoada
O início da gestação é provavelmente o período mais difícil para cada mulher. O corpo é reconstruído e se acostuma a "trabalhar de maneira nova", todos os sistemas do organismo, inclusive o nervoso, são submetidos a mudanças. Salienta, medos sobre qualquer coisa (parto, saúde do bebê, estabilidade financeira, etc.) - tudo isso envolve a futura mãe. Muitas vezes, a depressão no início da gravidez está associada a problemas familiares, a incapacidade de se envolver em atividades favoritas (por exemplo, freqüentando aulas de esportes em contra-indicações médicas), o abandono das coisas usuais (por exemplo, fumar).
“Este é um período em que se processam muitas alterações hormonais e é, por isso, uma altura extremamente vulnerável. Sem acompanhamento e tratamento adequado, as perturbações mentais podem alterar as respostas fisiológicas e comportamentais da mãe”, alerta por isso Ana Peixinho, coordenadora da Unidade de Psiquiatria e Psicologia do Hospital Lusíadas Lisboa, indicando os sintomas da depressão na gravidez a que se deve estar atento.
O teste de gravidez deu positivo. O bebê com que você tanto sonhou está a caminho. Seu marido ficou maravilhado e está dando um superapoio. Enfim, tudo está correndo bem. Mas, então, por que é tão difícil levantar da cama de manhã? Por que é tão difícil comer, dormir, ver graça nas atividades que antes davam prazer? Se você se reconhece nesse dilema, pode estar com depressão.
Ei tenho a grande maioria desses sintomas,tem dias q estou triste de mais e dias q estou feliz demais,quando acontecem coisas muito sérias na minha casa,eu fico muito triste,mais quando vou pra escola,demonstro estar muito feliz,escondo minha tristeza por trás do humor,colocar essa máscara todos os dias,para não demonstrar ser fraca para os outros,dói muito,mais me ajuda um pouco a continuar,mais me entristece,pq toda vez q demonstro minha “felicidade”lembro o pq eu tô fingido!!tento não dessistir mais é difícil,tenho vontade de chorar tao alto e gritar,mais não sai nada quando tento!!!não entendo o q passa dentro de mim,sinto um peso no coração,uma coisa q nao sintia quando era criança,e sinto falta disso!!

Ansiolíticos: esses medicamentos agem de várias formas a depender do sistema de neurotransmissão que atuam. Os ansiolíticos tarja preta são usados na fase aguda da doença para alívio dos sintomas físicos da ansiedade, agem no sistema chamado GABA - que reduzem a hiperatividade cerebral a níveis adequados. Mas só funcionam com os sintomas, sem melhorar a causa.

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