Eu não consigo ser quem eu Era, as vezes é como se todo sentimento ruim passase, as vez ate dura um dia 1 dia todo, como se tudo tivesse acabado, mas depois fico sensível e vulnerável novamente, fico sensível, choro por qualquer coisa que eu sinta que me agride, ultimamente sinto a sensação de ninguém se importa comigo, sinto que ninguém me ama, e também sinto falta do carinho de quem amo, e como se eu tivesse me afastado um pouco de tudo sem perceber, e no final minha mente ainda faz eu acreditar que a culpa é das pessoas, Pq? , Porque me sinto assim, tenho medo de estar com depressão, eu queria conseguir encarar um psicólogo, mas tenho medo de medicações, tenho medo de cada dia piorar, a única certeza que eu tenho cada dia é que Deus está comigo, quando penso em tirar minha vida, eu lembro dele, e choro, lembro que só ele vai dizer se eu vou continuar aqui ou vou com ele, a sensação é de que ele diz que é pra mim continuar em vida pois ainda não compri meu dever na terra, Mas como continuar com essa dor que eu não sei o porquê dela?😭 Só queria continuar vivendo com a certeza de que tudo acabou, eu só queria termina meus estudos e me forma em psicologia, e ajuda as pessoas, já que ninguém pôde fazer nada com meu pai que hj tem depressão e nem me reconhece mais, já estou a anos sem velo, e nem tenho forças de ir ate ele, pois velo no estado que ele esta me machuca. Eu estou no 1°ano do ensino médio, mas tenho medo de não continuar, se o tempo passar e a cada dia eu for ficando ainda mais sozinha, ainda mais triste, sem vontade de continuar?…
A depressão durante a gravidez, que termina com o desvanecimento do feto, é caracterizada pela perda de interesse na vida, quando a mulher não é mais feliz, e a dor e a angústia aumentam a cada dia. Nesse caso, você não precisa adiar a visita a um psicólogo. O especialista irá prescrever um programa relaxante, hipnose, recomendar cursos de terapia de ioga ou acupuntura.
Uma análise de diversas pesquisas sobre o tema, publicada em 2013 pela publicação científica Alcoholism, concluiu que "qualquer dose de álcool provoca uma redução no período de latência até pegar no sono (ou seja, acelera o início do sono), uma consolidação do sono na primeira metade da noite e um aumento da fragmentação do sono durante a segunda metade".
Ahh que vontade de sumir jogar minha vida por água abaixo tá doendo MT não aguento TD q eu tô passando sozinha,já não como nem estou dormindo direito a vontade de se suicidar só aumenta a dor te corrói e o medo destrói queria poder sorrir de novo mais parece que não dá acho que Deus me dá forças pra tentar me levantar TDS os dias mais tá sendo difícil MT difícil….😭
Dirija-se sempre ao seu médico de família ou clínico geral: estes médicos podem reconhecer a presença da doença, e caso considerem necessário, podem contactar com um médico psiquiatra para esclarecimento do diagnóstico e para orientação terapêutica (o medicamento a usar, a dose, a duração, a resposta esperável face ao tipo de pessoa, a indicação para um tipo específico de psicoterapia, a necessidade de outros tipos de intervenção, etc.).

A depressão, de modo geral, acomete mais mulheres do que homens, na proporção de 2 para 1. A estimativa é que cerca de 10% das mulheres podem desenvolver a doença durante a gravidez, com maior incidência no primeiro e no terceiro trimestres. De acordo com Marcelo Marinho de Souza, diretor médico do Centro de Reprodução Humana Fertipraxis, no Rio de Janeiro, todas as mulheres com história prévia de depressão, em gestações anteriores ou não, até mesmo em parentes de primeiro grau, assim como gestantes sem suporte familiar adequado, com crises conjugais ou com história regressa de gestação indesejada e/ou de abortamentos podem ter risco aumentado para tais transtornos.


Este é um testemunho que eu direi a cada um que ouça. Eu tenho casado quatro anos e no quinto ano do meu casamento, outra mulher teve que levar meu amante longe de mim e meu marido me deixou e as crianças e nós sofremos por dois anos até que eu encontrei um post onde este homem Dr.Wealthy ter ajudado alguém e eu decidi dar-lhe uma tentativa de me ajudar a trazer o meu amante de volta para casa e acreditar em mim eu só enviar minha foto para ele e do meu marido e depois de 48 horas como ele me disse, eu vi um carro dirigiu para o casa e eis que era meu marido e ele veio para mim e para as crianças e é por isso que eu estou feliz em fazer com que cada um de vocês pareça conhecer este homem e ter seu amante de volta para o seu eu. Seu email: wealthylovespell @ gmail.com .OU VOCÊ TAMBÉM PODE ADICIONAR ELE SOBRE O WHATSAPP USANDO ESTE NÚMERO DE CELULAR +2348164728160.
Só a China e a Índia têm um quarto de todos suicídios do mundo. São mais de 200 mil nestes dois países. Além disso, apesar de não ser maioria, quase um quarto é de suicídios impulsivos, ao passo que no Ocidente isto é raríssimo. São gestos para impressionar, não necessariamente com a intenção de morrer. Na China, tradicionalmente, quando há o casamento, a noiva vai morar na casa do noivo, onde morava o filho e os pais. O grande conflito que tem como consequência o suicídio lá é entre nora e sogra.
Pessoas que sofrem de transtornos de humor, como a depressão, são mais propensas a serem dependentes de álcool e outras drogas ao longo da vida segundo estudos. E é fácil entender o motivo, pois é comum que aqueles que tenham a doença procurem nas drogas alívio para seu sofrimento emocional e para sintomas como tristeza, desesperança e falta de energia. Mas, essa é uma atitude que pode ter efeito oposto ao desejado, pois o uso de drogas frequentemente torna a depressão muito pior.
O psiquiatra e professor Amaury Cantilino reforça que, “independentemente de chegar num quadro depressivo, os sentimentos todos nós temos e o importante é que se coloque na cabeça dessas mulheres que estão gerando um filho que a partir de agora todos os seus sentimentos vão ser multiplicados por dois e tudo vai ter um impacto afetivo muito maior, e não é porque a pessoa quer, é porque a natureza fez assim”.

Não sei o que eu tenho, acho que minha mente é muito barulhenta.. 🙁 Não me sinto feliz com nada, quero um lugar pra ficar sozinha, mas ao mesmo tempo não quero. Sou muito confusa, eu já tenho 18 anos, não sei porque eu sou assim, não sei porque eu nasci assim, durante muito tempo eu luto com isso, desde sempre eu tento entender porque eu sou assim, quero muito ir em um psicologo porque eu não aguento mais, eu me sinto feia, quero só dormir pra acordar e isso já ter se resolvido, eu queria ser normal como todas as outras pessoas, todos os dias eu tento parecer normal, feliz, mas naverdade não é isso…
É possível evitar o suicídio, garante o psiquiatra José Manoel Bertolote, autor do recém-lançado livro “O suicídio e sua prevenção” (Unesp) e ex-chefe do Programa de Prevenção do Suicídio da OMS. Ainda assim, o professor da Universidade de Griffith (Austrália) e da Unesp (Botucatu-SP) diz que cada caso é um caso e ressalta que as motivações também passam por cultura e religião.

Durante a gravidez tem um agravante:  “Boa parte das grávidas acaba se sentindo culpada por estar deprimida no período gestacional, porque parte das mulheres gostariam de estar grávida”, confirma Amaury. O psiquiatra relata que muitas gestantes temem serem consideradas mães inadequadas, desnaturadas e, por isso, algumas que sofrem depressão na gravidez escondem dos familiares, do parceiro e dos amigos; tudo por medo de serem julgadas.
O psiquiatra chama a atenção para as alterações hormonais que as mulheres sofrem durante a gestação. Nesse período, há um aumento significativo dos níveis de estrogênio, responsável por conferir as características femininas das mulheres como tamanho dos seios, textura e brilho da pele, além de ser o responsável pelo controle da ovulação e preparo do útero para a reprodução.

— Muitas vezes, as pessoas acham que tudo que vem da terra, fitoterápico, é bom. Mas não é bem assim, porque tem algumas substâncias como o chá de boldo que tem propriedades abortivas. A erva de São João, que é um antidepressivo natural, oferece 8% de risco de má-formação congênita. É preciso ter cuidado, até porque essas substâncias não são muito estudadas. É até pior do que medicamentos para tratar medicação.


Os psicólogos referem-se ao "período de negação" do primeiro trimestre. Uma nova vida já surgiu, e uma mulher sempre esquece disso, é claro, se não há toxemia e outros problemas. Por exemplo, a futura mãe discute seriamente caminhadas para as montanhas com amigos ou ponderando planos para uma viagem de negócios que coincide com a 36ª semana de gestação. E isso é absolutamente normal, porque o abdômen e os primeiros movimentos do bebê ainda não estão disponíveis.

Portanto, a melhor medida é que nos exames de pré-natal haja maior atenção e melhor cuidado no rastreamento precoce de distúrbios ansiosos e depressivos uma vez que esses quadros podem impactar no desenvolvimento cerebral e predispor no futuro seu filho a mudanças comportamentais e de humor decorrentes. É vital que se incluam rotinas de avaliação psicológica das mulheres grávidas por profissionais gabaritados e especializados.
O tratamento da depressão é essencialmente medicamentoso. Existem mais de 30 antidepressivos disponíveis. Ao contrário do que alguns temem, essas medicações não são como drogas, que deixam a pessoa eufórica e provocam vício. A terapia é simples e, de modo geral, não incapacita ou entorpece o paciente. Alguns pacientes precisam de tratamento de manutenção ou preventivo, que pode levar anos ou a vida inteira, para evitar o aparecimento de novos episódios. A psicoterapia ajuda o paciente, mas não previne novos episódios, nem cura a depressão. A técnica auxilia na reestruturação psicológica do indivíduo, além de aumentar sua compreensão sobre o processo de depressão e na resolução de conflitos, o que diminui o impacto provocado pelo estresse.
Segundo Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra membro do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein, também na capital paulista, o desinteresse pela própria gestação também pode acontecer. "A gestante que está entrando em depressão costuma fugir dos exames de rotina de pré-natal, tem crises de choro ou ansiedade sem motivo aparente e quer evitar contato com outras pessoas. A vontade é de ficar em casa o tempo todo. No entanto, muitas grávidas têm dificuldade de entender que isso está acontecendo. Quem acaba levando a questão para a consulta de pré-natal é o parceiro", conta.
O início da gestação é provavelmente o período mais difícil para cada mulher. O corpo é reconstruído e se acostuma a "trabalhar de maneira nova", todos os sistemas do organismo, inclusive o nervoso, são submetidos a mudanças. Salienta, medos sobre qualquer coisa (parto, saúde do bebê, estabilidade financeira, etc.) - tudo isso envolve a futura mãe. Muitas vezes, a depressão no início da gravidez está associada a problemas familiares, a incapacidade de se envolver em atividades favoritas (por exemplo, freqüentando aulas de esportes em contra-indicações médicas), o abandono das coisas usuais (por exemplo, fumar).

Na opinião de Patricia Bader, psicóloga do Hospital São Luiz Itaim, em São Paulo (SP), o primeiro passo é compreender que ninguém se deprime voluntariamente --portanto, nada de culpa. Para ela, há muito romantismo em torno da maternidade que acaba atrapalhando as futuras mães. "Nenhuma mulher deve exigir de si mesma uma condição positiva ou se culpar porque está doente em pleno processo adaptativo de mudanças físicas, psíquicas, emocionais e sociais. Até mesmo a dificuldade de sentir o amor materno incondicional que a sociedade prega deve ser posta em xeque. Amor materno é um processo construído", diz a psicóloga. "Cada um sabe as belezas e desafios de sua jornada e de seu caminho. Procure entender o que você avalia como o mais adequado para o seu momento, compartilhe com quem você confia e siga o que vocês combinarem. Dar conta de todas as expectativas sociais é impossível e abalar-se por elas é injusto consigo mesma", pondera Gisele.
Claro, é melhor se livrar dos sinais de depressão muito antes da concepção, uma vez que todas as drogas psicotrópicas modernas têm a propriedade de penetrar através da barreira placentária no líquido amniótico. Os principais medicamentos na luta contra a depressão pré-natal são os inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina - venlafaxina, sertralina, paroxetina, fluoxetina, citalopram. O risco de tomar medicamentos está associado à possibilidade de desenvolver doenças cardíacas, hérnia umbilical e craniossinostose em uma criança, portanto, essas substâncias são prescritas em situações se o benefício para a mãe é, sem dúvida, maior do que o risco para o feto. Para as mães que tomaram antidepressivos durante a gravidez , os bebês nascem com problemas como: diarréia, diminuição da atividade do estômago, tremores, aumento do número de batimentos cardíacos, distúrbios respiratórios, etc.
Os pesquisadores descobriram uma conexão específica entre os índices de depressão e ansiedade da mãe e a composição da substância branca do cérebro dos bebês. Em lactentes do sexo feminino, maiores escores de depressão / ansiedade materna foram associados à menor densidade de substância branca (que reflete menos fibras nervosas compactadas) nas regiões frontais do cérebro. Nos meninos, no entanto, escores mais altos de sintomas foram associados com maior densidade de substância branca nessas regiões.
Tenho 24 anos .. minha vida sempre foi um caos. Mas de um ano pra ca esta sendo pior, não tenho vontade de comer, emagreci mt . nao tenho sono, durmo mt pouco,vivo cansada, dor de cabeça que nunca passa, mi sinto sozinha, as vezes sinto q ninguém se importa, ando muito muito sensível, me estresso super fácil.. a vontade de sumir td hora aparece .. não aguento mas sentir tudo isso.. as vezes penso em acabar com tudo isso.
O psiquiatra e professor Amaury Cantilino reforça que, “independentemente de chegar num quadro depressivo, os sentimentos todos nós temos e o importante é que se coloque na cabeça dessas mulheres que estão gerando um filho que a partir de agora todos os seus sentimentos vão ser multiplicados por dois e tudo vai ter um impacto afetivo muito maior, e não é porque a pessoa quer, é porque a natureza fez assim”.

Embora não exista prova absoluta de que antidepressivos sejam totalmente seguros na gravidez, não tomar um remédio necessário também traz riscos tanto para você como para o bebê. Por isso é que é tão importante ser acompanhada por um especialista (o mais indicado é que seja um psiquiatra) que possa pesar riscos e benefícios de tratamentos para o seu caso específico.
Uma mulher que aprendeu sobre a vida que está emergindo dentro dela deve proteger-se de informações negativas de fora. Com cuidado, você precisa escolher filmes e programas para visualização, é bom se deixar levar por tricô ou bordar. Crie ao seu redor uma atmosfera aconchegante, positiva e tranquila, onde não haverá lugar para abatimentos e emoções. Lembre-se de que situações estressantes e pensamentos negativos são ruins para o seu bebê e podem até levar a um aborto espontâneo.
A sua pergunta revela a ideia de que uma substância pode mudar a mente. Ainda que isto possa acontecer, esta creença não dá para aplicar a tudo. No caso do alcool e a depressão, o raciocínio oposto me parece bem mais plausível: a pessoa procura lidar com a depressão usando o alcool para esquecer. Isto é plausível mesmo se a pessoa conseguiu bem tampar a depressão e só o excesso de alcool revela o problema de novo, talvez porquê ele isola a pessoa socialmente, enquanto o uso moderado a insere socialmente. Não tem como se enganar: a depressão é a parte grave, o alcool "só" o sintoma. Claro que é desejável terminar com este. Mas sem arrumar a depressão, a recaida fica dura para se evitar. Recomendo psicoterapia emocional ou psicanálise para trabalhar a depressão. Remédios podem aliviá-la mas também diminuem a vida social da pessoa por achatar as emoções.
A recomendação varia, mas um bom limite é que as mulheres não tomem mais de uma dose por dia e os homens duas, além de não beber mais de cinco vezes por semana --alguns órgãos de saúde "liberam" 10 doses semanais para o sexo feminino e 15 para o masculino. Como uma dose, entenda uma lata (330 ml) de cerveja, uma taça (100 ml) de vinho ou um copo (30 ml) de destilado. 

Eu me odeio me sinto inútil várias vezes já tentei suicídio penso todos os dias o porque de eu estar ainda aqui e como se a angústia tomou o meu corpo inteiro eu sofro de ansiedade e as vezes é tão ruim que eu preciso tomar algo pra me acalmar isso acaba afetando o meu físico sinto muitas dores principalmente no peito falta de ar todo o tempo sofro de insônia e isso tudo já faz 1 ano eu nunca me abri pra alguém pois quando eu tocava no assunto as pessoas me julgavam e isso me destruía porque eu sempre me preocupei com os outros não comigo isso acaba comigo sinto que o meu tempo está acabando e sinceramente não vejo a hora que tudo acabe uma vida infeliz pra que não sinto mais aquela alegria de antes o que é você ir dormir todos os dias as 3,4 da manhã chorando e se sentindo inútil pra tudo eu sempre estrago tudo não sou uma boa filha nem uma boa amiga não sou uma pessoa boa porque eu fracasso em tudo tudo sempre acaba dando errado eu tenho medo muito medo tem dias que é um sofrimento pra mim ter uma noite de paz sempre passo mal e tenho náuseas também cara porque tá acontecendo isso eu não quero isso eu quero sumir sempre tentei ser boa sempre tentei agrada os outros mas acabava me dando mal por isso minha auto estima tá lá em baixo eu odeio tudo isso porque eu não sou suficiente
No momento em que eu segurei Jack pela primeira vez foi um momento que eu nunca vou esquecer. Eu senti como se toda a tristeza e desespero que eu estava sentindo nos nove meses anteriores desapareceram. Esses primeiros dias no hospital eram perfeitos. Quando cheguei em casa, experimentei um pouco de depressão pós-parto, mas depois de algumas semanas isso se foi também. Mesmo tendo iniciado a viagem mais difícil da minha vida, senti ser também a mais interessante. Apesar de tudo o que eu tinha atravessado, tudo valeu a pena – todos os meus pensamentos irracionais eram apenas isso, e eu era (e ainda sou) completamente apaixonada pelo Jack.
Muitas pessoas acreditam que depressão e ansiedade são quadros opostos, mas isto não é verdade. Existem muitos estudos a cerca destas doenças, e o que se pode observar é que o diagnóstico de depressão pode passar para um quadro de ansiedade em 2% dos casos e no sentido contrário, ansiedade para a depressão em 24% dos casos. Por isso é importante buscar a ajuda de um especialista para evitar que o quadro se agrave.
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