Eu não sou terapeuta ou médica, obviamente, mas se você estiver experimentando sintomas de depressão durante a gravidez (ou se você suspeitar de alguém que você ama está), a coisa mais importante que você pode fazer é pedir ajuda. Eu realmente não fiz isso, e me arrependo. Sofri em silêncio, quando eu não precisava. Nós fomos para a casa de meus pais para o natal e foi a primeira vez que eu realmente abri para alguém além de Forrest sobre como eu estava me sentindo, e isso ajudou. Lembro-me de estar sentada na sala de estar do meu pai, apenas chorando incontrolavelmente com a minha mãe e alguns dos meus irmãos. Eu acho que foi, honestamente, a primeira vez que eu chorei desde aquela primeira vez no escritório do meu médico, e depois disso, eu me senti melhor. Não 100% (o que só veio a acontecer duas semanas depois que Jack nasceu), mas melhor. E depois disso, as pessoas sabiam que eu estava sofrendo, e elas me ajudaram.

Cada um tem que enfrentar os problemas como surgem… não procure a felicidade, pois quem procura, nunca achará… daí, a depressão. Lute, seja independente em quaisquer situações, liberte-se do mental comum, crie o seu mental longe do mental humano, fuja dos exemplos humanos, fique longe dos modelos dos humanos. Crie e seja dono da sua vida. Não siga o pensamento das pessoas e nem das religiões. Não dependa emocionalmente de ninguém. Aceite o que a vida lhe apresentar, não lute contra a vida. Faça dos reveses um fator maior de fortalecimento pra enfrentar a vida. Seja independente. Seja sempre você mesmo!
É importante que se procure o profissional, tanto para a cessação do sofrimento, que é intenso, quanto para não permitir que o quadro se torne crônico, já que se não tratado corretamente, a pessoa permanece vivendo com um resíduo de depressão (sofrendo e vivendo abaixo do seu verdadeiro potencial) e, finalmente, para que não evolua para um fim trágico: o suicídio.
Ei tenho a grande maioria desses sintomas,tem dias q estou triste de mais e dias q estou feliz demais,quando acontecem coisas muito sérias na minha casa,eu fico muito triste,mais quando vou pra escola,demonstro estar muito feliz,escondo minha tristeza por trás do humor,colocar essa máscara todos os dias,para não demonstrar ser fraca para os outros,dói muito,mais me ajuda um pouco a continuar,mais me entristece,pq toda vez q demonstro minha “felicidade”lembro o pq eu tô fingido!!tento não dessistir mais é difícil,tenho vontade de chorar tao alto e gritar,mais não sai nada quando tento!!!não entendo o q passa dentro de mim,sinto um peso no coração,uma coisa q nao sintia quando era criança,e sinto falta disso!!
Depressão 42 de 42 ansiedade 0 de 42 estresse 6 de 42 realmente eu não sinto vontade de faze nada ne saio de casa eu so fico dentro de casa minha vida ja ta uma merda mesmo eu ja perdi ate a vontade de vive me sinto tao sozinhos me sinto muito culpado de tudo me sinto cansado de tudo nao consigo ne sai de casa nada me anima mais pra mim tá acabado 😢😢😢😢😭😭😭😭😭 tenho 15 ano
No segundo trimestre de vestir, uma mulher percebe que está grávida e depois há pensamentos de que, com o nascimento de uma criança, sua própria vida vai voar o salto mortal. Esta etapa psicólogos chamou "a busca do objeto perdido". Sob o objetivo é entendido - um trabalho favorito, um certo ritmo e forma habitual, amigos e colegas, entretenimento, etc. O mais interessante é que, durante este período, muitas mulheres "se encontram novas". Alguém vai a cursos de línguas, outros descobrem o talento de cantar, desenhar. Em geral, de acordo com os psicólogos - este é o período mais fértil e ativo da vida da futura mãe. Mas mulheres grávidas, predispostas a pensamentos pessimistas, que têm uma história de depressão, você tem que experimentar tempestades emocionais reais.

O acolhimento das pessoas com sofrimento ou transtorno mental, incluindo depressão e as necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, e seus familiares é uma estratégia de atenção fundamental para a identificação das necessidades assistenciais, alívio do sofrimento e planejamento de intervenções medicamentosas e terapêuticas, se e quando necessárias. Está previsto que os indivíduos em situações de crise possam ser atendidos em qualquer serviço da rede de saúde. Os casos de pacientes em situação de emergência devem ser atendidos nos serviços de urgência e emergência, que também constituem a RAPS (Rede de Atenção Psicosocial). As diretrizes da política envolvem o governo federal e os estados e municípios. 
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No segundo trimestre de vestir, uma mulher percebe que está grávida e depois há pensamentos de que, com o nascimento de uma criança, sua própria vida vai voar o salto mortal. Esta etapa psicólogos chamou "a busca do objeto perdido". Sob o objetivo é entendido - um trabalho favorito, um certo ritmo e forma habitual, amigos e colegas, entretenimento, etc. O mais interessante é que, durante este período, muitas mulheres "se encontram novas". Alguém vai a cursos de línguas, outros descobrem o talento de cantar, desenhar. Em geral, de acordo com os psicólogos - este é o período mais fértil e ativo da vida da futura mãe. Mas mulheres grávidas, predispostas a pensamentos pessimistas, que têm uma história de depressão, você tem que experimentar tempestades emocionais reais.
Desse modo, os autores buscaram avaliar a associação entre depressão e uso de álcool em uma amostra de 14.063 canadenses de 18 a 76 anos utilizando os 2 tipos de escala citados anteriormente (CIDI e CES-D). O consumo de álcool da amostra foi categorizado da seguinte maneira: abstêmios, ex-bebedores (consumo de álcool na vida, porém abstinência nos últimos 12 meses) e bebedores habituais. A frequência de uso de álcool foi dividida da seguinte maneira: uso diário, 5-6 dias/semana, 3-4 dias/semana, 1-2 dias/semana, 1-3 dias/mês e menos de 1 vez por mês. Ademais, avaliou-se o uso de 5 ou mais doses de álcool em um dia no último ano (heavy episodic drinking).
Contudo, se você se encaixou nos sintomas descritos ou possui potencial para desenvolver um quadro de depressão ou de ansiedade (de acordo com o teste), isso indica que está na hora de buscar ajuda especializada. Procure um psicólogo da sua confiança e cuide da sua saúde mental. Essa é a melhor maneira de conseguir mais qualidade de vida e bem-estar e, claro, de atingir todo o seu potencial e suas realizações.
Segundo Charles Goodstein, professor de psiquiatria na Escola de Medicina da Universidade de Nova York (EUA), “muitas vezes descobrimos que as pessoas têm mais do que uma condição – depressão e distúrbio de ansiedade”. E ele completa dizendo que, na verdade, “é muito difícil encontrar pacientes que estejam com depressão, que também não tenham ansiedade. E é igualmente difícil encontrar pessoas com ansiedade que não tenham depressão em algum grau”.

Eu realmente tenho medo de surtar novamente. Tento todos os dias controlar meus pensamentos #negativos,mas é tão difícil parece q as pessoas em volta querem me enlouquecer. Meu humor muda rapidamente me sinto cansada Boa parte do tempo e uma sonolência durante o dia a noite o sono desaparece. Não me sinto feliz nem quando tem gente ao meu lado. Tenho medo de perde o resto de força q carrego comigo.
Cerca de sete semanas mais tarde, comecei a ter náuseas horríveis e os enjôos matinais, que durou por quase todo o tempo da minha gravidez. A maioria dos dias eu só andava ao redor, sentindo como se estivesse em transe. Quando fui para a minha primeira consulta médica, eu sentei e chorei com a enfermeira. Ela era a minha graça salvadora naquele dia, por ficar calmamente sentada lá e ouvindo meus (principalmente os irracionais) medos. Nesse ponto, as únicas pessoas que sabiam que eu estava grávida eram Forrest, a clínica médica, e uma senhora que cortou meu cabelo algumas semanas antes. Desnecessário será dizer que, num momento em que eu precisava de mais apoio, eu não tive, o que era, obviamente, por minha opção!
Quando necessário, o tratamento medicamentoso é feito com antidepressivos. Alguns deles são bem conhecidos por não causarem malformações congênitas, assim como alterações de comportamento e de inteligência das crianças de mães que usaram essas medicações. O que é importante, nesse momento, é avaliar o risco-benefício da administração de uma medicação que pode afetar a saúde do bebê x bem-estar da futura mãe que poderá cuidar-se melhor durante a gravidez, o parto e a fase seguinte.
Bebês de mães que sofreram de depressão na gravidez tem alterações e também passam a ter respostas alteradas ao estresse e níveis elevados de cortisol. Esse bebês apresentam mais complicações pós-parto: choram mais frequentemente e tem mais dificuldades em serem confortados do que os bebês nascidos de mulheres que não passaram por depressão na gestação. Esses bebês tem mais distúrbios do sono, desde algumas semanas após o parto, mas que podem persistir por meses. Eles também tendem a ser mais agitados, a terem menos expressões faciais positivas. 

No momento em que eu segurei Jack pela primeira vez foi um momento que eu nunca vou esquecer. Eu senti como se toda a tristeza e desespero que eu estava sentindo nos nove meses anteriores desapareceram. Esses primeiros dias no hospital eram perfeitos. Quando cheguei em casa, experimentei um pouco de depressão pós-parto, mas depois de algumas semanas isso se foi também. Mesmo tendo iniciado a viagem mais difícil da minha vida, senti ser também a mais interessante. Apesar de tudo o que eu tinha atravessado, tudo valeu a pena – todos os meus pensamentos irracionais eram apenas isso, e eu era (e ainda sou) completamente apaixonada pelo Jack.


A psicóloga Rosilda Linhares aponta que o seu trabalho em consonância com o psiquiatra é essencial para que ambos consigam melhorar a situação da gestante acometida pela depressão. “Existem três tipos de depressão: a simples, a moderada e a grave. Quando avaliamos a paciente, começamos a definir como será o tratamento e a analisar como ela está respondendo a todo o processo”, diz Rosilda.
— Entre os fatores de risco para a depressão antenatal [antes do nascimento] estão a pobreza, sem dúvida mulheres de países em desenvolvimento são muito mais vulneráveis do que mulheres de países desenvolvidos; dificuldade de relacionamento ou falta de apoio do parceiro; mães solteiras ou divorciadas também têm um risco maior de ter depressão na gravidez. Outra população importante são as mulheres que foram vítimas de violência física, psicológica ou sexual. Uma atitude negativa em relação à gravidez também aumenta as chances de ter depressão antenatal, por exemplo, em casos de gravidez não planejada. Também existem fatores obstétricos que podem contribuir, como um histórico prévio de aborto.

Vou ser direto. Bem eu tenho 11 anos e não vejo o significado da minha existência não tenho amigos e família,SE eu morresse provavelmente NINGUÉM sentiria minha falta, e quando eu criar coragem provavelmente mi matarei e como eu disse NINGUÉM SENTIRIA MINHA FALTA. Bem pelo menos vou parar de sofrer 😄 quando eu me matar provavelmente meus cortes não vão doer mais. E eu finalmente poderei ir embora 😀. Foi só isso mesmo (resumo da minha vida).
A natureza criou todas as condições para um curso bem sucedido de gravidez, mas o cérebro humano predeterminou muitos problemas e obstáculos. O ritmo rabioso da vida cotidiana introduziu seus "ajustes" no processo fisiológico de assumir a forma de normas e princípios sociais, o status das mulheres e os aspectos morais e morais. Apesar da pressão mais forte do lado de fora, uma mulher grávida em um novo papel se torna um refém, em primeiro lugar, suas próprias experiências. Mas, como mais? Após o nascimento do bebê, pode-se esquecer a vida antiga, aparecerá uma pessoa que é totalmente dependente de você. Mudanças fundamentais exigem que uma jovem mãe esteja moralmente pronta, tolerante, capaz de se adaptar a um novo papel.
Os últimos meses de gestação são inerentes: grande abdômen e dificuldades associadas ao movimento, carga máxima na espinha e aparelho ligamento, sensação de desamparo, inutilidade e dependência dos outros. Algumas mulheres acreditam que não são mais interessantes para seus cônjuges, e isso, por sua vez, está repleto de lágrimas, irritações e ressentimentos.
Durante a gravidez tem um agravante:  “Boa parte das grávidas acaba se sentindo culpada por estar deprimida no período gestacional, porque parte das mulheres gostariam de estar grávida”, confirma Amaury. O psiquiatra relata que muitas gestantes temem serem consideradas mães inadequadas, desnaturadas e, por isso, algumas que sofrem depressão na gravidez escondem dos familiares, do parceiro e dos amigos; tudo por medo de serem julgadas.
Há uma série de razões pelas quais beber muito álcool regularmente não é uma boa ideia. Isso pode gerar danos ao fígado, ao coração e ao cérebro e é ruim para a saúde em geral, por isso a recomendação de médicos britânicos é que não sejam consumidas mais do que 14 unidades de álcool por semana - o equivalente a quase dez latas de cerveja ou sete taças de vinho.
A parte mais assustadora é que, depois de um tempo, você se acostuma, as coisas se tornam normais para você. você não sente medo, não é da dor de dentro de você, e sim do preconceito dentro das outras pessoas, é a vergonha, é o olhar de desaprovação na cara da família e dos amigos, é o pré julgamento que você é fraca, que não acredita em nada, falta de Deus.
O início da gestação é provavelmente o período mais difícil para cada mulher. O corpo é reconstruído e se acostuma a "trabalhar de maneira nova", todos os sistemas do organismo, inclusive o nervoso, são submetidos a mudanças. Salienta, medos sobre qualquer coisa (parto, saúde do bebê, estabilidade financeira, etc.) - tudo isso envolve a futura mãe. Muitas vezes, a depressão no início da gravidez está associada a problemas familiares, a incapacidade de se envolver em atividades favoritas (por exemplo, freqüentando aulas de esportes em contra-indicações médicas), o abandono das coisas usuais (por exemplo, fumar).
Psicanálise junguiana: Ela leva em consideração o inconsciente, o que é reprimido e tratá-lo através de símbolos, imagens oníricas, usando os sonhos como método de análise", diferencia a psicanalista Priscila. Também está mais ligada à busca pelo autoconhecimento e a recuperação da própria essência, mas também pode tratar depressão, ansiedade e encontrar a raiz desses problemas.

Tanto a ansiedade quanto a depressão podem ser sanadas por meio do tratamento indicado por um psiquiatra, que costuma ser longo, em conjunto com um psicólogo. A cura pode ser temporária, o que significa que os transtornos podem se manifestar novamente algum dia. Nesses casos, será necessário retomar o tratamento e prolongar o tempo de uso da medicação para evitar novas crises.
O tratamento adequado da depressão gestacional é fundamental para a boa saúde da mãe e seu bebê e compreende terapias somáticas e não somáticas. Nos casos leves recomenda-se a psicoterapia e o apoio psicossocial, já os casos moderados a graves têm demanda de tratamento farmacológico. Quando ocorrer uma depressão refratária a essas abordagens, com risco de suicídio ou psicose, a eletroconvulsoterapia é a intervenção mais indicada e mais eficaz.
Atualmente temos acumulado evidências de que somente tratar a depressão pós-parto pode não ser suficiente para proteger essas crianças das complicações a longo prazo. Algumas pesquisas sugerem que as terapias que tem como objetivo apenas a melhora dos sintomas de depressão dessas mulheres, não necessariamente melhoram suas habilidades para maternagem e as consequências para essas crianças.

Respirar da forma correta pode ajudar muito no controle do corpo e da mente. Procure reservar momentos do dia para respirar lentamente apenas pelo nariz. Exercícios de três a sete minutos são já são suficientes para proporcionar maior equilíbrio e acalmar. Respire lenta e profundamente, observando o movimento do diafragma. Outra dica é deitar na cama, com as luzes apagadas, e colocar as mãos sobre o abdômen.  É preciso contar enquanto se respira, para criar um ritmo. Pode-se inspirar contando mentalmente até quatro e expirar no mesmo tempo, sempre pelas narinas.
No entanto, o que dizer sobre a depressão pré-natal? De acordo com esse site, até recentemente, os especialistas pensavam que os hormônios da gravidez ajudassem a prevenir a depressão durante a gravidez. No entanto, agora acredita-se que não só o rápido declínio nos níveis hormonais após o nascimento pode causar depressão, mas o rápido aumento durante a gravidez pode alterar a química do cérebro, resultando em depressão.
Mas é necessário fazer algumas ponderações antes de bater o martelo sobre o tema. Primeiro, o estudo é pequeno, e precisaria ser replicado em mais mulheres antes do efeito ser realmente confirmado. Depois, as voluntárias avaliadas não tomaram medicamentos para controlar a depressão, o que torna difícil de dizer se o impacto seria semelhante em gestantes que fazem tratamento para doença.
Ao ler esta lista, percebia que tinha estes sintomas regularmente. Enquanto eu estava grávida, eu realmente não enfrentei o fato de que estava, de fato, deprimida. Eu sentia como se fosse permanecer triste, exausta e ansiosa para sempre. Lembro-me de dizer a Forrest que Jack não ia gostar de mim porque ele teria uma mãe terrível e incapaz de cuidar dele. Olhando para trás, eu sei que eu estava muito deprimida, mas era difícil de aceitar durante a minha gravidez. Eu realmente nunca pensei que alguém notasse, mas Forrest e minha mãe sempre me diziam que me tornei uma pessoa completamente diferente do que eu era antes da gravidez, ou da que sou agora. É difícil reconhecer isso em si mesmo!

Esta é uma comorbidade frequente ( comorbidade significa mais de um trantorno mental ao mesmo tempo) Quando a dependência ao alcool e a depressão ocorrem juntas existe tanto a possibilidade da depressão levar ao abuso de álcool, como o contrário. Existem indivíduos que passam a desenvolver a depressão exclusivamente pelo abuso/dependência de álcool e seus efeitos físicos e/ou psicológicos.


Analogicamente falando, uma pessoa com TOC é como um disco riscado, que repete sempre o mesmo ponto daquilo que está gravado. Pacientes com este transtorno sofrem com imagens e pensamentos que os invadem insistentemente e, muitas vezes, sem que consiga controlá-los ou bloqueá-los. Para essas pessoas, a única forma de controlar esses pensamentos e aliviar ansiedade que eles provocam é por meio de rituais repetitivos, que podem muitas vezes ocupar o dia inteiro e trazer consequências negativas na vida social, profissional e pessoal. Saiba tudo sobre TOC aqui.
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