É muito comum ouvir pessoas repetirem que são ansiosas por conferirem repetidas vezes se há mensagens novas no celular ou porque mal podem esperar por um compromisso no final de semana. No entanto, ser ansioso é muito mais do que isso. O Transtorno de Ansiedade se dá quando não há motivos aparentes para se sentir tão angustiado a ponto de o comportamento alterar a rotina.
Uma delas é a insônia, caracterizada pela demora excessiva para dormir, acordar com frequência durante o sono ou despertar antes do tempo adequado. Quem tem insônia e dorme por volta de seis horas por noite corre um risco 30% maior de desenvolver hipertensão no comparativo com pessoas com sono normal. Já quem tem insônia e dorme menos de cinco horas por noite enfrenta um risco 520% maior!
Outros sinais de que essa emoção está excedendo os limites considerados “normais” aparecem, e deixam o diagnóstico ainda mais claro, quando a pessoa perde a capacidade de comandar suas próprias atitudes, perdendo a vontade de trabalhar, manter relacionamentos ou até mesmo de sair de casa. O que também pode acontecer com uma pessoa considerada depressiva.
Duas taças diárias de vinho podem ser suficientes para reduzir a qualidade de sono em até 40%. É o que indica um estudo finlandês publicado na revista JMIR Mental Health. Segundo o Medical News Today, os resultados também mostraram que esse efeito do álcool é mais acentuado nos jovens, além de afetar em níveis semelhantes homens e mulheres, pessoas fisicamente ativas ou sedentárias.
Muitos dos casos de mulheres com depressão na gravidez relacionam-se a uma gestação problemática, com riscos o que pode abalar ainda mais o psicológico da mulher acarretando e desenvolvendo esse transtorno nessa fase, e se não tratado corretamente além de trazer prejuízos para o desenvolvimento do feto e trazer riscos de parto prematuro, pode se estender ate mesmo após o nascimento do bebê ocorrendo à depressão pós-parto.
Ao ler esta lista, percebia que tinha estes sintomas regularmente. Enquanto eu estava grávida, eu realmente não enfrentei o fato de que estava, de fato, deprimida. Eu sentia como se fosse permanecer triste, exausta e ansiosa para sempre. Lembro-me de dizer a Forrest que Jack não ia gostar de mim porque ele teria uma mãe terrível e incapaz de cuidar dele. Olhando para trás, eu sei que eu estava muito deprimida, mas era difícil de aceitar durante a minha gravidez. Eu realmente nunca pensei que alguém notasse, mas Forrest e minha mãe sempre me diziam que me tornei uma pessoa completamente diferente do que eu era antes da gravidez, ou da que sou agora. É difícil reconhecer isso em si mesmo!
Não tem depressão e não sabe o que é esse mal depressão meu caro é como um carro com boa aparência mais com uma falha no motor que só é percebida nas subidas de modo similar a depressão é uma falha no cérebro da pessoa um neurotransmissor não é produzido em quantidade suficiente dizer pra alguém deprimido se animar é o mesmo que dizer a uma pessoa na cadeira de rodas pra se levantar e andar ela até quer mais não consegue
Embora o DASS possa contribuir para a avaliação dos níveis de ansiedade ou depressão, o questionário não é concebido como uma ferramenta de diagnóstico. Na verdade, uma série de sintomas típicos da depressão, tais como alterações no sono, no apetite e o surgimento de distúrbios sexuais, não são cobertos pelo DASS e precisam ser avaliados de forma independente. O DASS não se destina a substituir um diagnóstico.
Já falamos por aqui que experimentar sentimentos de ansiedade é algo perfeitamente normal em vários momentos da vida, por exemplo, às vésperas de falar para um grande público, ou quando estamos esperando um resultado de uma prova importante, e por aí vai. O problema acontece quando essa sensação de nervosismo passa a ser cada vez mais constante, tomando grandes proporções e passando, assim, a controlar nossa vida. Outros sintomas como medo, ataques de pânico em situações que outras pessoas encaram normalmente e o sentimento de ameaça constante também são muito típicos do distúrbio de ansiedade.

Com base na análise dos dados recolhidos durante o sono, dos 4.098 participantes (homens e mulheres) com idades entre 18 e 65 anos, os pesquisadores descobriram que mesmo o consumo de álcool considerado baixo (um copo, pelos padrões internacionais) é capaz de interferir no sono e afetar a recuperação fisiológica em 9,3%. Já o consumo moderado diminuiu a qualidade do sono em 24%, e o alto consumo de álcool em até 39,2%.
A depressão no período perinatal (gestação e puerpério) é uma condição comum, cuja prevalência varia entre 6 e 15% dependendo dos instrumentos utilizadas para fazer o diagnóstico. Em geral uma em cada cinco mulheres nos Estados Unidos passam por um episódio de depressão perinatal ao longo de toda as suas vidas. Isso ocorre geralmente entre os 20 e 40 anos, isto é, no período de vida reprodutiva da mulher. 
Uma análise de diversas pesquisas sobre o tema, publicada em 2013 pela publicação científica Alcoholism, concluiu que "qualquer dose de álcool provoca uma redução no período de latência até pegar no sono (ou seja, acelera o início do sono), uma consolidação do sono na primeira metade da noite e um aumento da fragmentação do sono durante a segunda metade".
Como diz o título, uma pessoa que sofre com ansiedade e depressão está na verdade, utilizando seus recursos internos para lutar e resistir aos problemas, mas chega um momento em que todo esse esforço acaba por ruir suas energias e, dependendo do tempo, histórico emocional e o tipo de situação, o quadro de depressão e ansiedade pode se agravar, necessitando então de ajuda profissional.
De acordo com a BBC, que avança os resultados dos estudos, os investigadores acompanharam 106 grávidas a partir da 25ª semana. Dessas, 49 foram diagnosticadas com depressão e não tomaram medicação para tratar a doença. Os cientistas analisaram amostras de sangue e saliva para verificar se as mulheres apresentavam sintomas clínicos de depressão, como inflamações e maior produção de cortisol - uma hormona libertada em situações de ameaça ou desconforto e que ajuda a combater o stress.
- Psicanálise freudiana: O autoconhecimento é a chave desse tipo de psicanálise, baseada no pensamento de Freud. Ela foca o inconsciente e traz seus problemas para o consciente. Normalmente o profissional não faz um direcionamento, deixando com que a pessoa decida sobre o que quer falar. Esse tipo de terapia é indicada para pessoas que, mais do que simplesmente sanar um problema, estão atrás de descobrir a origem e a chave de suas questões e se conhecer mais.
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